Hora de beber, beber; hora de mijar - ora essa! – mijar. Em Olinda, os foliões regaram os muros durante todo o Carnaval. Ainda não temos notícia do florescimento de cevada no concreto armado, mas uma coisa é certa: na ladeira, a coisa desce rápida e redondinha.
(José Carlos Conte, nosso correspondente na Barra Funda, em São Paulo, pertinho do Parque Porco Antártica, num esforço de reportagem investigativa deu um pulinho até Olinda e constatou que lá como cá,a folia de Momo é festejada com ardor e vão pras ruas as muitas cervejas que entraram pela boca).













