quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cachorrão


Muita gente não acredita quando falamos sobre o que pode acontecer num pé sujo

O pessoal da Adega da Praça, na Praça São Salvador, engoliu em seco ao ver este cachorro passear todo garboso ao lado de sua dedicada dona.

Cachorro? Que cachorro? Cadê o cão?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Da Europa, correspondente itinerante manda mensagem engarrafada


Nosso correspondente, Wilson, á esquerda do garçon Bermudes Lousada.


Meus caros editores doional blog "tire las manos de mi pie sucio",
muito a propósito do momento, acabo de abrir uma long neck de Amstel Bier, na falta de uma 650 ml, como caberia na ocasião, em homenagem aos caros editores.

Após experimentar várias marcas, elegi a Amstel (holandesa) com minha preferida. mas a Mahou, espanhola, também é boa. Ruim são a Carlsberg e a Heineken, algo que até os dinamarqueses e holandeses concordam.

Nos últimos fins de semana, andei “periplonando” por Barcelona, Valencia, Toledo, Munique, Bruxelas, Heege e Amsterdan. Lógico, experimentando as cervas locais.

Na histórica Toledo, estive no "el Corralito", um pequeno e simpático restaurante, onde trabalha um garçon tão eficiente quanto impaciente com fregueses chatos.

Ele é José Bermudes Lousada, autor de uma sarcástica, porém eficiente explicação sobre as iguarias do cardápio do restaurante.

Para um casal de (pareceu) irlandeses, teve que se esforçar para que soubessem que "cervo" era cervo, mas apelando para a figura universal do "bambi" para que entendessem.

impagável para uma calorenta tarde espanhola regada a “cerveza” Mahou.

Carta enviada numa garrafa de 600ml pelo intrépido provador de cerveja européia, Wilson Renato.
Cá pra nós, não precisa de muito valentia para isso.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Cofrinhos, cofrinhos.....


O blog, em sua luta incessante para satisfazer seus 17 leitores, traz nessa edição mais um cofrinho capturado num parque da cidade nesse fim de semana (desculpem, mas não podemos fornecer o endereço, para preservar a privacidade da zelosa mamãe...).

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Bar do Pixinguinha, com muito prazer



A Dondon na frente do bar cuja especialidade da casa é....
leia abaixo.

Na parede, fotos de Pixinguinha no bar, de pijama, bebericando uma cerveja de garrafa e publicações sobre o grande músico

Em pleno ciclo do evento "Comida di Buteco", onde os clientes dos mais diversos bares do Rio de Janeiro votam nas especilidades da casa, o blog foi até Ramos para conhecer o Bar da Portuguesa.

Como o tema do concurso deste ano é "Em cada buteco batem vários corações", nada melhor do que começar a divulgação pelo bar que frequentava o grande Pixinguinha.

Isso mesmo, o autor dos versos "meu coração, não sei porquê, bate feliz quando te vê", batia ponto neste gostoso buteco de Ramos, de propriedade da transmontana Donzilia, mais conhecida como Dondon.

Por falar em bater e gostoso, a especialidade da casa a ser votada pelos clientes nada mais é do que a Punheta da Dondon.

Não se assuste, ó apressadinho, olha o respeito, punheta, neste caso, é um prato preparado com bacalhau, que cai muito bem com uma cerveja de garrafa de 600 ml bem gelada.

Sem mais delongas, vá ao carinhoso Bar da Portuguesa, experimente, vote a punheta da Dondon e não volte se for capaz.

Obs.: na mesa, atrás da Dondon, o grande percussionista Laudir de Oliveira, que conviveu com Pixinguinha, acompanhado da esposa Odete e da cantora paulista Carmola.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

cerveja cara na visita de correspondente


Felipe, Washington e Afonsinho. Foto do co-editor, Américo

O nosso correspondente em Paris, Luis Felipe Kessler, recentemente visitou a sede dos pés sujos.
No entanto, como dificilmente ele se desloca do Leblon para o Flamengo, agendamos umas cervejas de garrafa bem geladas naquele próspero - e põe próspero nisso - bairro da zona sul carioca.

Se não é fácil, meus amigos, encontrarmos pés sujos no Leblon, mais difícil é degustarmos o líquido precioso das garrafas de 600 ml nos "pés limpos" da localidade.

Depois de muito procurarmos e constatarmos que um antigo bar da Cobal, último remanescente dos vendedores do refil de 600 ml, havia se entregado para a ganância da venda unilateral do chope, chegamos até um oásis.

Mas que oásis caro, deuses da cerveja!!!

Nos cobraram a bagatela de R$ 7,50 por unidade!!!

A vinda do nosso valoroso correspondente valeu, pois podemos colocar a conversa em dia e contarmos com a preciosa presença do prezado amigo Afonsinho, craque dos melhores, de coração e bola nos pés.

Volte sempre, Felipe.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pé sujo, pero mucho



Este blog tem como filosofia defender os bares "pés sujos" espalhados por este mundo, vasto mundo.

Mas como nem todos temos pés imundos, sabemos muito bem distinguir um bar descontraído, com cerveja de garrafa bem gelada e uns petiscos gostosos, do "parmesão" que alguns pés teimam apresentar.

Nosso co-editor, Capitão Américo, ao contrário do que os pés sugerem, toma lá seus banhos, mas nosso faro (opa!) jornalístico não deixa de registrar este flagrante do dedicado pai no aconchego do seu lar com seus sedentos rebentos, Renan e Caio.

Sem maledicência, pessoal.

Afinal de contas, quem está livre de se descontrair em casa, tomando a abençoada cervejinha de cada dia, empurrando com a barriga a hora do banho, mantendo sem o devido asseio cada uma das duas extremidades inferiores, uma em cada membro inferior, constituídas de tarso, metatarso, e falanges dos pododáctilos, respectivas articulações, e partes moles que recobrem as ósseas?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Colocamos os pés e as bocas em Valencia




Doña Rosario e señor Juan Molina, proprietários do
La Retonda, um bar/restaurante de dar cerveja na boca

Fim de semana em Valencia, Maravilha, alugamos bicicletas, rodamos toda a cidade. Após comer em vários restaurantes e beber cerveja em outros tantos bares, finalmente pudemos achar um que valesse a pena. Trata-se do "La Retonda", um bar/restaurante que serve uma paella (o som é paelha e não paeja, como se diz aí e na argentina) e um bacalhau a "salsa de tomate", maravilhoso.
O bar fica numa praça pequena e redonda, no centro histórico de Valença.
Além de cerveja Amstel no ponto, comemos um paella campeã, de frutos do mar.
Bem, o dono do bar é o señor Juan Molina, um cordobés daqueles espanhóis tais quais os imaginamos por aí, enfáticos e bem falantes.
Há 35 anos que ele deixou de ser carpinteiro para se tornar dono de bar e nunca mais abandonou a profissão.
Dos dois filhos (uma filha advogada), um é engenheiro eletrônico de profissão mas, como o pai, se apaixonou pela vida no "La Retonda".
Juan geralmente chega lá pelas 3 horas da tarde no bar, fazendo questão de saber se os fregueses estão satisfeitos.
Quem aguenta a parada desde que o bar abre é a mulher dele, Doña Rosario, segundo o próprio uma 4x4, que funciona com eficiência em todas as áreas do bar, na maior dedicação.
Só sai, de vez em quando, para comprar uns cigarrinhos ali por perto, sob os protestos do señor Juan.
E no bar ainda tem a Eliam, uma garçonete eficientíssima e simpaticíssima, que conhece o Rio de Janeiro por meio de um jogador brasileiro chamado "Toni", ex-jogador do Valencia e que tem uma academia de futebol no Rio.
Então, indo a Valencia, vale a pena conhecer o la Retonda.
Conhecer pessoas, comer e beber bem, o que mais queremos desta vida?

Texto de Wilson Renato Pereira, que é nosso correspondente nas Alterosas, mas, no momento, circula pela Europa, descobrindo pés sujos para o nosso blog.
Êta vidão!!!!