quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Foi assim... O inverno comove,


Outra noite, na Adega da Praça pedimos mais uma rodada e cogitamos mudar de vida.

Contando o Serginho (...rs...), éramos em uns dez.*

Combinamos taxativamente: semestre novo, vida nova, comer mais legumes, saladas, apontar para a vida vegana.

E na manhã seguinte, banho de mar!

Veio o dia seguinte e o quadrinho do Hagar prova que era grande a disposição, mas...

(À noite, na mesma Adega, decidimos permanecer como estamos.)

Colaboração de nosso correspondente em Santos, José Carlos Conte. 
Conte, que contamos como futuro morador 
do condado da Praça São Salvador, 
mas que conta lorotas e não toma uma atitude. 
Só cerveja. E como bebe....


*Traduzindo a ironia com o Serginho. É que o mesmo fica tão calado às vezes na mesa que nos esquecemos de sua presença.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A mesma Adega da Praça

Revirando o baú de fotos, o blog encontrou esta dos primóridios de 2006.

Os hoje correspondentes em Brasília, Jorge Gouveia, Marcelo Terrazas e Silvana no bar da Praça São Salvador, Flamengo, com sua antiga fachada.

"Mudaria o natal ou mudei eu?", questionou certa vez o grande Machado de Assis.

Nao sei a resposta sobre o Natal, mas sei sobre a Adega da Praça.

Ela não mudou e nem eu.

A Adega da Praça de 2006 está viva na minha memória e a de hoje estará fresquinha no meu pensamento,  dependendo de quanto eu beber.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Nota de falecimento



Faleceu ou foi "falecida" hoje, dia 13 de agosto de 2013, uma árvore na Praça São Salvador.

Não era uma árvore qualquer.

Era uma das maiores e mais antigas da Praça.

Por volta das 8h30 da manhã, dois caminhões da Comlurb vieram providenciar o desligamento dos aparelhos.

Ou melhor, vieram ligar os aparelhos, motoserras e outros de menores poderes, para derrubarem a então eterna árvore.

Disseram que ela estava doente e que, por isso, foi  serrada, jogada por terra.
Enfim, sacrificada.


Fica a pergunta: se estava doente, não tinha cura?


O blog apurou que um engenheiro esteve pela parte da manhã no local do ocorrido e decretou o fim da agora falecida árvore.

Nós do blog ficamos muito tristes.
Pois ela compunha a bela paisagem que vislumbrávamos de nossas mesas prediletas na Adega da Praça.

Quantas vezes colocamos visitas nas cadeiras frontais a esta árvore para que se deliciassem com sua beleza e exuberância?

Agora só resta um toco. Um grande toco do que foi esta esplendorosa árvore.

Por horas, ela ficou lá no chão, a guisa da curiosidade e tristeza dos populares.

Como a sussurrar: não tem jeito, a hora de todos vai chegar.

Deixou várias companheiras que dividiam com ela exuberância e sombra. 

Resta-nos apelar aos especialistas que não deixem que as outras poucas colegas desta que se foi se vão também.

Foi-se uma árvore e fica a constatação: a Praça São Salvador está menos praça.






sábado, 10 de agosto de 2013

Bar - ambiente familiar



Para os que renegam o fato de boteco ser a sala da família, aqui duas fotos que comprovam a importância do bar na evoulção da célula mater.

Américo Vermelho, que praticamente criou os filhos num boteco (pois os mesmos para verem o pai nas longas horas vagas tinham que ir até o mesmo), aqui com dois dos quatro filhos: Ian e Caio.

E também o outro co-editor deste blog com o primo Erhos (que está mais paras Baco), na sede ofical do blog, Adega da Praça, na aprazível e etílica, por isso muito aprazível, São Salvador, Flamengo, Rio de Janeiro, Brasil.

Ah, e mais uma prova de que bar é família: foto com o garçon, Chico. Nosso irmão de todas as horas etílicas. 



terça-feira, 30 de julho de 2013

Contra violência, seresteiros na praça




A Praça São Salvador sofreu nos últimos tempos, com policiais violentos agredindo manifestantes e alguns  mascarado também não deixando por menos, quebrando lixeiras, tocando o terror.

Mas nada como a serenata do domingo ao cair da tarde para curar as feridas.

Eles  se sentam ao pé do coreto, batem papo, contam piadas e "causos"', mas o melhor de tudo é que cantam belas canções do passado.

Como a música de Herivelto Martins, cantada por Dalva de Oliveira.
De  cortar os pulsos, é verdade, mas nada a ver com a violência idiota (e existe adjetivo diferente?) dos últimos dias.

Eles vieram, quebraram tudo, mas a música do chorinho da praça, os jovens que tocam e cantam no coreto e a seresta consertam tudo.

Até os desmazelos de policiais e de alguns poucos jovens que mancham as manifestações com quebra-quebra e agressões.

Ficamos com Dalva e Herivelto. Lógico.










Tudo Acabado Entre Nós, Já Não Há Mais Nada
Tudo Acabado Entre Nós Hoje De Madrugada
Você Chorou e Eu Chorei, Você Partiu e Eu Fiquei
Se Você Volta Outra Vez, Eu Não Sei

Nosso Apartamento Agora Vive a Meia Luz
Nosso Apartamento Agora Já Não Me Seduz
Todo Egoismo Veio De Nós Dois
Destruimos Hoje o Que Podia Ser Depois

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Papa Hemingway





Alertados pelo sempre lúcido (mesmo quando bebe) e sensível correspondente do blog em Balneário Camboriú, nosso amigo Claudio Lovato, não poderíamos deixar de reverenciar a figura de Ernest Hemingway. 

Um dos maiores escritores do mundo no século XX e em todos os séculos - por que não? -, Hemingway teria completado no último 21 de julho 114 anos. 
Só não completou porquê é eterno e para os eternos não somamos a idade. 

Notório apreciador de bebidas e de mulheres, ou seja, das boas cosias vida, Hemingway imortalizou pelo menos dois bares em Havana, Cuba: 
La Bodeguita del Médio e a Floridita.

Grande criador de frases como criava confusão quando o provocavam, Hemningway, o grande autor de "O Velho e o Bar", perdão "O Velho e o Mar", disse certa vez: 
" Faça sempre lúcido o que você disse que faria bêbado. Isso o ensinará a manter sua boca fechada"

Abaixo, mais informações sobre esta grande personalidade intelectual e etílica. 

http://www.kbrdigital.com.br/blog/papa-hemingway-2/


Para sempre no balcão da Floridita, em Havana.






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sexta-feira, 12 de julho de 2013

O bêbado e os terroristas



A nossa Praça São Salvador, onde fica a sede deste blog, viveu momentos de terror e de heroísmo nesta noite.

Mascarados que se travestiam de manifestantes para tocar o terror no Rio de Janeiro, entraram num ônibus que faz seu ponto próximo da praça para roubarem e depredarem.

Depois que saíram do ônibus, os vândalos tentaram virar o veículo.
Um homem que estava bebendo num dos botecos não pensou duas vezes: entrou no ônibus, tirou o atônito motorista de seu assento, e levou o veículo para um local seguro.

Agora, em vez de tomar ônibus, vamos mais é tomar várias em homenagem ao nosso herói. 


E agora, como fica o slogan “se beber, não dirija”?