terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pé sujo na água



Em Barreiras, cidade baiana que fica há 700 quilômetros de Brasília, existem bares a beira de um rio límpido.

Lá come-se umas boa carne de sol. peixe ou frango em mesas e cadeiras dentro da água.

Vale a pena curtir a natureza.

Só um aviso: se você não gosta daquelas músicas estridentes saídas dos alto-falantes de possantes carros, leve um protetor auricular.

É uma poluição sonora, só.
Pelo menos para o pessoal deste blog.

Para quem gosta, é um paraíso completo.


Tirando a barulheira das músicas dos carros, o lugar é um paraíso


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cachaça é cultura


 
 O nosso blog esteve recentemente na Flip - Festa Literária Internacional de Paraty. 
É, pé sujo também é cultura.
No entanto, não podemos desviar o olhar quando vimos esta cachaçaria.
Se o livro faz a gente viajar sem tirar os pés do chão, cachaça tem o mesmo efeito. 
Ficamos com os dois.
Como diz um amigo: cachaça? Desta eu não me livro.
Ou: minha vida é um litro aberto.
E põe mais uma, que contamos muitas outras histórias. 




quarta-feira, 30 de julho de 2014

Uma padaria de sonhos


Carlinhos e Dorval. Uma dupla brilhante

Uma padaria famosa.
Um pouco pé sujo, um pouco restaurante, um pouco padaria e muitas glórias.

Glórias do grande Santos Futebol Clube, cultuado nas patedes e na fachada.

Cuktuados pelo proprietário Carlinhois, santistas dos melhores e amigo de grandes craques de sempre.

Entrar na Padaria Santistas é visitar um memorial do Santos Futebol Clube.

Uma honra entrar lá na companhia do grande ponta-drieita Dorval, da linha mágica que compunha com Mengalvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Realmente, um padaria de sonhos. De sonhos e de realidades gloriosas.






sábado, 26 de julho de 2014

Um bar para chamar de seu


Um bar de cidade de interior, com ar bucólico, com a simplicidade do belo, no interior de uma rua do Catete, no Rio de Janeiro. 
Este é o bar do Zé e... da Nete. 

Um bar que congrega e recebe bem gente de todos os lugares: jovens estrangeiros que moram em albergues nas proximidades, vizinhos e até paulistas.

Realmente, um bar nosso. 




Com Serginho, frequentador contumaz