domingo, 12 de abril de 2015

Oh, Minas Gerais e as especiais!!!!

O blog esteve em Belo Horizonte neste final de semana e de lá saiu surpreso. 
Sabem a famosa história do pão de queijo, da cachacinha de Salinas, do tutu e da costelinha suina? 
Pois bem, descobrimos que a coisa não é mais a mesma. 
Melhorou! 

Belo Horizonte é a agora a mina de cervejas especiais. 

A mineirada ainda dá suas bicadinhas numa Salinas, mas tem gostado mesmo é de beber litros e litros de cerveja da melhor.

Não me venham falar em cerveja industrializada, fabricada aos bilhões de litros, sem cevada e com muito arroz e milho transgênicos da pior espécie no lugar da sagrada cevada.


Nosso amigo Wilson Renato Pereira, mais conhecido carinhosamente como Uilsim, é o maior especialista em cerveja especial de Minas Gerais.
Modesto, ele diz que não é muito verdade esta afirmação.
De BH? também não aceita ser o maior especialista. 
Maior conhecedor de c erveja especial de Brumadinho, cidadezinha aprázível onde fica o confortável condomínio onde mora? 
Também sua modéstia não aceita.
Então, tá? O Uilsim é maior especialista em cerveja especial do Condomínio das Pedras, onde mora. E pronto.

Onde estávamos? Ah, o especialista e atleticano galo doido Uilsim nos levou ao Stad Jever. 
Não chute, tentando adivinhar que o local é um novo estádio em BH. 

Na verdade, é um  pub dos mesmos proprietários da festejada cervejaria Wall's. Das melhores do Brasil, sem a modéstia do Uilsim.
E lá, neste santuário do lúpulo e da cevada, o especialista Uilsim mostrou todo o seu conhecimento e nós mostramos toda a nossa disposição em beber mais do que aprender. 

Cervejas com até 12 graus de álcool, com 93% de amargor, nos mostraram
que bebemos algo próximo a água nos botecos da vida. 
Saímos de lá flutuando.
Ah, e sem ressaca no outro dia.

Pois é, Minas nao é mais a mesma. 

Ainda bem!




Marcas de cervejas Walls, com o grau etílico e de amargor


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Sexta-feira, dia de cachorro louco


Sempre no intuito de colaborar com nossos fiéis leitores, rapidamente produzimos a foto acima para oferecer uma desculpa caso o aconteça algo imprevisto (já que hoje é sexta-feira) como aquela cerveja a mais no final do dia, etc.
Repare que não estimulamos a mentira. É a mais pura verdade a desculpa!

domingo, 5 de abril de 2015

A Lapa de hoje, a Lapa de outrora

Na Rua do Senado, na Lapa, um bar bem peculiar. Dos antigos, aconchegante até na rua. 
E uma roda de samba das melhores, comandada por mulheres.
 "A Lapa de hoje, a Lapa de outrora, que revivemos agora", como diz o grande Paulinho da Viola.

Obs.: Obrigado Odete, pela dica. 


O Luiz Otávio, xará do saudoso pai do co-editor do blog, Washington, deve ser bem teimoso.










sábado, 28 de março de 2015

Sinta-se beijaço



Noite de gala na Praça São  Salvador. 
Sexta-feira, 27 de março. Duas datas históricas: Beijaço LGBT e anviersário do co-editor deste combativo blog, Américo Vermelho.

A Praça mais popular do Flamengo e quiçá do Rio de Janeiro recebeu uma galera ávida por protestar com alegria. 
Em razão de um entrevero no bar Casa Brasil, quando um casal gay foi escorraçado por um cliente truculento sob os olhares cúmplices de alguns garçons e da direçao da casa, pelo simples fato de estar se beijando, foi criado o evento do beijaço. 

Sucesso de público e crítica, com apenas um arranhão
 na moral de um morador ou moradora que resolveu gastar alguns ovos de sua despensa para propor um omelete na cabeça de alguns dos participantes do beijaço. Certo Cristina Vermelho? 

No mais, foi uma noite maravilhosa, com o Américo Vermelho pegando carona no beijaço e a turma do beijaço pegando carona no aniversário do Américo.
Vejam algumas das fotos, que tentam transmitir o quanto foi boa a festa, pá!
































 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Bar do Pita e suas aranhas



Manu Castro, grande homem das letras e das lentes, envia esta foto de um bar em Ouricuri, Pernambuco, nas proximidades de Exu, terra do Santo Luiz Gonzaga, e de Juazeiro do Norte, terra do nem tão assim santo Padim Padi Ciço. 

Eis o texto do Manu:  

Ouricuri, sertão pernambucano. Bar do Pita. 
Não é possível escrever a história de uma cidade sem mapear os seus bares e botecos. 

Pita, o proprietário e senhor, sempre tem razão; e que ninguém se atreva a querer provar um dose de uma das garrafas de cachaça, cobertas por teias de aranha, há anos intocadas nas prateleiras. 

Obs.: Divisamos na foto a prima do co-editor deste blog, Washington. Trata-se de Josedalva, grande batalhadora pela divulgaçao das boas coisas do Nordeste. Nao poucas, diga-se de passagem.