segunda-feira, 12 de julho de 2010

ô trem bão: torresmo, cachaça e cerveja


Viajei de São Paulo a Tiradentes juntamente com milhares de motociclistas que foram a um encontro destes malucos, dos quais me incluo, até aquela bela cidade mineira.

Goela seca, engolindo poeira, sonhando com uma gelada.

Depois de alguns quilômetros na Estrada Real, que liga São João Del Rei a Tiradentes, encontar o bar da Célia foi um alívio, como o de um beduíno ao encontrar um oásis.

Delírio total. Um autêntico pé sujo com porção de torresmo dos melhores e cerveja Sol por R$ 1,85, a unidade.

Mas como nem só de torresmo dona Célia mata a fome dos viajantes, a alegre proprietária prepara um queijo empanado e frito e apimentado bolinho de carne de fazer o alferes perder a cabeça, de novo.

Ah, a cerveja não precisa ser Sol, pois tem de todas. E o preço é bem amigável.

Para acompanhar as iguarias da tiazinha, bebericamos Skol e uma cachacinha bem curtida.

O difícil foi pegar a estrada depois.
Deu uma vontade louca de morar ali naquele trem bão, comendo os trens que dona Célia prepara.

Do nosso correspondente Renato Pinto Flor, paulistano de Vila Maria e, mineiro por degustação.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pé sujo, mas com estilo


Silvia, Circe, Américo, Lily, Gerson (em profundo estado de meditação) e Geraldo

Depois de assistir a um espetáculo no Teatro Municipal, personalidades do Sul do país não procuraram os bares mais sofisticados do Rio.

Levaram estilo e elegância para o nosso pé sujo.

Todos dignos representantes do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, confraternizam-se na sede social e etílica do "Tire as Mãos do Meu pé Sujo".

A direção do blog agradece a visita de tão ilustres confrades.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Feijoada e cervejada em Amsterdam


O "holandês" Wilson Renato, ao lado da brasileira Rosymary e do sempre sorridente João Pedro (filho do Wilson com a bela Ana Paula).

Meus amigos editores, continuo meu périplo pela Europa a procura de informações para nossos exigentes internautas.

Em Barcelona, nenhum destaque de louras, a não ser as louras fazendo topless na praia na maior naturalidade européia.

Em Munique, legais foram as tulipas de um litro, capazes de quase embebedar consumidores amadores como eu.

Em Amsterdam, após semanas sem provar o nosso bom feijão com arroz, não é que surge à frente, no famoso bairro da Luz Vermelha, um restaurante bem brasileiro, com bandeira verde amarela e uma "quase" feijoada?

Lá conheci a garçonete Rosimary, que está em Amsterdã há dois anos.
Uma cearense da maior simpatia, Rosymary já traz o idioma holandês na ponta da língua.

O restaurante se localiza entre sex shops e mulheres expostas nas vitrines.

Por falar em comida, uma triste constatação para este paladar brasileiro: na verdade, a melhor comida que experimentei por aqui até agora foi.......a congelada. Especialmente a paella (paelha). mas vamos seguindo pela vida.

Mensagem do nosso mineiro correspondente itinerante, Wilson Renato. Reclamando - vê se pode? - da comida européia, mas se esbaldando na cerveja.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cachorrão


Muita gente não acredita quando falamos sobre o que pode acontecer num pé sujo

O pessoal da Adega da Praça, na Praça São Salvador, engoliu em seco ao ver este cachorro passear todo garboso ao lado de sua dedicada dona.

Cachorro? Que cachorro? Cadê o cão?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Da Europa, correspondente itinerante manda mensagem engarrafada


Nosso correspondente, Wilson, á esquerda do garçon Bermudes Lousada.


Meus caros editores doional blog "tire las manos de mi pie sucio",
muito a propósito do momento, acabo de abrir uma long neck de Amstel Bier, na falta de uma 650 ml, como caberia na ocasião, em homenagem aos caros editores.

Após experimentar várias marcas, elegi a Amstel (holandesa) com minha preferida. mas a Mahou, espanhola, também é boa. Ruim são a Carlsberg e a Heineken, algo que até os dinamarqueses e holandeses concordam.

Nos últimos fins de semana, andei “periplonando” por Barcelona, Valencia, Toledo, Munique, Bruxelas, Heege e Amsterdan. Lógico, experimentando as cervas locais.

Na histórica Toledo, estive no "el Corralito", um pequeno e simpático restaurante, onde trabalha um garçon tão eficiente quanto impaciente com fregueses chatos.

Ele é José Bermudes Lousada, autor de uma sarcástica, porém eficiente explicação sobre as iguarias do cardápio do restaurante.

Para um casal de (pareceu) irlandeses, teve que se esforçar para que soubessem que "cervo" era cervo, mas apelando para a figura universal do "bambi" para que entendessem.

impagável para uma calorenta tarde espanhola regada a “cerveza” Mahou.

Carta enviada numa garrafa de 600ml pelo intrépido provador de cerveja européia, Wilson Renato.
Cá pra nós, não precisa de muito valentia para isso.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Cofrinhos, cofrinhos.....


O blog, em sua luta incessante para satisfazer seus 17 leitores, traz nessa edição mais um cofrinho capturado num parque da cidade nesse fim de semana (desculpem, mas não podemos fornecer o endereço, para preservar a privacidade da zelosa mamãe...).