domingo, 30 de novembro de 2008

Porque as gueixas andam desse jeito

video

O blog também tem a pretensão de ter um caráter cultural.
Assim, os amigos e colaboradores sempre contribuem com algo inusitado, diferente para que isso aconteça.
O Irmo Celso, correspondente em Apucarana, Paraná, mandou essa jóia de filme onde finalmente ficamos sabendo porque as gueixas andam com aqueles passinhos curtos....Veja o filme e comprove

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

As Loirettes, simbolo da resistência



O nosso correspondente do blog em Paris, Luis Felipe Kessler, continua sua saga pela França em busca de vestígios da resistência francesa ao fim da cerveja de garrafa.


Podemos ficar tranqüilos quanto ao pé sujo, pois aqui representados pelas Brasseries, tipicamente francesas, eles não vão desaparecer jamais. Com seus "assiettes de charcuteries" (salaminhos, queijos, patês, presuntos na tábua), suas mesas apertadas e seu ambiente noir, são tipicamente um pé sujo.


Já as nossas queridas cervejas de garrafa, estas estão na lista do mico leão dourado e da arara azul.

Por aqui a prática comum nas brasseries é a "pression" (cerveja e não chope em pressão) servida no copo.

A cerveja de garrafa é só para as importadas como a Corona, a Budweiser ou as belgas.

Nos supermercados ainda há alguma resistência, mas a cerveja em lata domina e os barriletes com cerveja "en pression" foram a moda do último verão.


Como é um pais do vinho, tenho degustado os mais variados Bordeaux, Val de Loire e Borgogne. Um metier levado realmente a sério, onde as variedades e as opções de gosto e de preço são infindáveis.

Mas, mesmo em minhas viagens pelas vinhas, não perco a atenção das loiras geladas. Vejam a grande descoberta que fiz em meio as vinhas do Val de Loire!!!!


Descobri que, localmente, fabricam um cerveja que tem o sugestivo nome de Loirette.

Uma cerveja da abadia local, forte no gosto. Boa, mas antes de tudo um símbolo da resistência.

Comprei e a trouxe para casa onde devidamente a saboreei, reverenciei como um símbolo da resistência.


Em minha pesquisa pessoal, é claro com a ajuda do nosso amigo "sabe tudo" Mr Google, encontrei L' Academie de la Biére em Paris que será meu próximo destino.

Abraço a todos

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Um Bar em Santa Moleza


Bar do Zé - segunda-feira, 17 novembro 2008 - 20:59 hrs



Uma rua sem saída para carros, tranquila, com casas antigas e bem pintadas.
Um bar aconchegante, com cara de pé sujo, mas com jeito de limpeza. Mobílias antigas, escuras, envernizadas.
Paredes totalmente revestidas de garrafas de cachaça.
Na geladeira, cervejas estupidamente geladas.
Uns tira gostos de tirar o chapéu e uma TV de 21 polegadas ligada, sem som, pois a música que sai de um pequeno aparelho de CD é das melhores. Os frequentadores?: estudantes que moram numa república próxima. A maioria estrangeiros.

Não, não estamos em Ouro Preto.
Santa Tereza? Também não.
Talvez Santa Moleza.
Pois dá uma molezada danada. Vontade de ficar sentado ali, indolentes, apreciando aquele lugar cujo tempo não passou.
Estamos falando do Bar do Zé, numa travessinha do Catete, depois do antigo Palácio do Catete, hoje Museu da República.
Foi lá que nós, a dupla empedernida Washington e Américo, chegamos depois de uma chuva que parou o Rio de Janeiro. ´
Fomos a pé, pois o trânsito estava infernal.
Lá chegando, foi como se entrássemos no paraíso (isso é, se no paraíso tem um boteco tão divino).
Saímos de casa em busca de notícia para os nossos sedentos bloguinautas. E encontramos a matéria perfeita.
Santo bar neste recanto que já está alcunhado de Santa moleza.
Não dá vontade de voltar, pois a vontade é de ficar.



Você descobriram o "abrigo da tempestade" cantado pelo Bob Dylan em "Shelter from the Storm"! Vocês encontraram o Santo Graal do velho bardo!
Robert Allen Zimmerman está orgulhoso de vocês!
Porque viu sua poesia ser vivida, porque viu sua saga ser encenada por dois guerreiros da melhor estirpe! Em pleno Catete!!!
(Claudio Lovato - correspondente do blog em Copacabana)



segunda-feira, 3 de novembro de 2008

LOVATO, O NOSSO LEVA E TRAZ


Nosso correspondente em Copacabana, o literato Claudio Lovato, vive cobrando cachê para escrever neste blog.

Como ele é um grande escritor, já pensamos em remunerá-lo. No entanto, como os supostos donos deste blog são chamados de Bartira, pois tudo que ganham o bar tira, nunca podem pagar o Lovato à altura.

E, de agora em diante, estamos tranquilos quanto a isso. Não é que descobrimos em plena Marginal do Tietê, em sampa, que o o nosso correspondente é proprietário de uma ágil e eficiente transportadora?

Como esta inteligente dupla do blog descobriu que a transportadora é do nosso correspondente? Elementar, meu caro Washington, afirmou o sagaz Américo:

A empresa chama-se Lovato, o mesmo sobrenome do nosso amigo, e os caminhões levam as cores do Grêmio, time do coração do do nosso correspondente.
Aí completei:
- É isso mesmo. Tem tudo a ver com os dois, torcedor e time. O Grêmio leva e o Lovato traz...

E agora, Claudio, vai continuar nos enviando faturas sobre as suas colaborações?