quarta-feira, 17 de maio de 2017

O amado Paulo Almada pôs os pés em nossa sede




Como o Rolling Stones dos blogues, o "Tire as mãos do meu pé sujo" tem espaçado suas atividades, mas sempre estará na ativa. Uma noite memorável nos faz voltar a postar nem nosso etílico e afetivo blog.

A noite foi a do 16 de maio, quando os editores do blog, todos os dois reunidos, Américo Vermelho e Washington Araújo, recebemos celebridades do mundo do pé sujo em nossa sede, a eterna Adega da Praça.

Nesta noite, recebemos o nosso correspondente em Guaratinguetá, Paulo Almada, acompanhado de Bel e Ana Maria.  Passaram também pelo local as "pésujetes" Cristina Vermelho e Valentina.

Sabe daquelas noites de boteco em que se fala de tudo, de política, cinema, música e, principalmente, mal dos ausentes?

Esta foi a noite!!!

Paulo Almada é daquelas pessoas agradáveis que tem muito para contar e conta muito.

Conheço Paulo Almada há quase quarenta anos, mas nunca tinha o visto.
Professor de queridos amigos da bucólica Vila Maria, em São Paulo, na época da ditadura, Paulo sempre foi comentado como um progressista, que muito batalhou contra o golpe e que plantou o socialismo no pensamento daqueles então jovens.

Como eu estudava em outro colégio, não pude usufruir dos ensinamentos do Paulo Almada. 
Mas, almas gêmeas um dia têm que se encontrar. E foi ontem.

Ah, e o professor Paulão é amigo e companheiro de batalhas de outro amigo meu, o Paulo Frateschi, também Paulão, dos tempos de início do PT e da Apeoesp.

Professor Paulão Almada, seja bem vindo e esperamos seus textos, para o "Meu pé sujo", de sua Guaratinguetá.

Obrigado pela noitada!!!!!!


Assinado: Washington Araújo




Da esquerda para a.... Vai, no sentido horário: Bel, Paulo Almada. Washington, Americo e Ana Maria.

2 comentários:

Diretoria do blog disse...

Noite memorável....Saí com a "almada" lavada tal foi a enxtensão dos assuntos.

Paulo Almada disse...

Não só pus os pés, mas me pus aos pés da sede; além de, também, muito falar da sede de justiça que temos todos antes, há longo tempo, e muito mais agora.
Evoé, Baco.